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🧫 SITUAÇÕES ESPECIAIS NO TRATAMENTO DE TUBERCULOSE! RESUMO NA LEGENDA🔽 Nosso infecto at…
- 10 de Janeiro de 2026
🧫 SITUAÇÕES ESPECIAIS NO TRATAMENTO DE TUBERCULOSE! RESUMO NA LEGENDA🔽
Nosso infecto ataca novamente trazendo agora detalhes do tratamento!
Novamente o resumo maroto da nossa mega revisão!
▶️PVHIV: O esquema de tratamento é o mesmo da população sem HIV, com RHZE. A dose do dolutegravir deve ser de 50 mg de 12/12 horas durante o uso da rifampicina, até 15 dias após o término do tratamento. Em pacientes que utilizam algum esquema que contenha inibidores de protease, como darunavir e ritonavir, o uso de rifampicina é contraindicado. Nessa situação, deve-se tentar trocar o esquema de tratamento do HIV. Caso não seja possível, a rifampicina deve ser substituída por outra droga, como a rifabutina ou levofloxacino.
Nos pacientes com diagnóstico de tuberculose e HIV que ainda não começaram TARV, o momento de início depende da apresentação da tuberculose. Em pacientes com tuberculose fora do sistema nervoso central, o Ministério da Saúde recomenda que a TARV deve ser iniciada em até sete dias. Na tuberculose meningoencefálica, é recomendado o início em quatro a seis semanas, podendo ser considerado início em duas semanas em casos selecionados.
▶️Gestante e lactante: O esquema de tratamento é o mesmo da população geral. Uso de piridoxina 50 mg/dia é recomendado para prevenir neurotoxicidade associada à isoniazida. Não há contraindicação à amamentação, mas é recomendado o uso de máscara.
▶️Doença renal crônica: Os medicamentos do RHZE devem ser ajustados para a função renal. Pirazinamida e etambutol necessitam de ajuste, mas rifampicina e isoniazida não precisam.
▶️Doenças hepáticas:
Cirrose: recomendado esquema alternativo, como levofloxacino, etambutol e linezolida ou amicacina.
Doença hepática sem cirrose:
-TGP ou TGO > três vezes o limite da normalidade: utilizar esquema alternativo, como rifampicina, etambutol e levofloxacino ou levofloxacino, etambutol e linezolida ou amicacina.
-TGP ou TGO < três vezes o limite da normalidade: utilizar RHZE.
Nosso infecto ataca novamente trazendo agora detalhes do tratamento!
Novamente o resumo maroto da nossa mega revisão!
▶️PVHIV: O esquema de tratamento é o mesmo da população sem HIV, com RHZE. A dose do dolutegravir deve ser de 50 mg de 12/12 horas durante o uso da rifampicina, até 15 dias após o término do tratamento. Em pacientes que utilizam algum esquema que contenha inibidores de protease, como darunavir e ritonavir, o uso de rifampicina é contraindicado. Nessa situação, deve-se tentar trocar o esquema de tratamento do HIV. Caso não seja possível, a rifampicina deve ser substituída por outra droga, como a rifabutina ou levofloxacino.
Nos pacientes com diagnóstico de tuberculose e HIV que ainda não começaram TARV, o momento de início depende da apresentação da tuberculose. Em pacientes com tuberculose fora do sistema nervoso central, o Ministério da Saúde recomenda que a TARV deve ser iniciada em até sete dias. Na tuberculose meningoencefálica, é recomendado o início em quatro a seis semanas, podendo ser considerado início em duas semanas em casos selecionados.
▶️Gestante e lactante: O esquema de tratamento é o mesmo da população geral. Uso de piridoxina 50 mg/dia é recomendado para prevenir neurotoxicidade associada à isoniazida. Não há contraindicação à amamentação, mas é recomendado o uso de máscara.
▶️Doença renal crônica: Os medicamentos do RHZE devem ser ajustados para a função renal. Pirazinamida e etambutol necessitam de ajuste, mas rifampicina e isoniazida não precisam.
▶️Doenças hepáticas:
Cirrose: recomendado esquema alternativo, como levofloxacino, etambutol e linezolida ou amicacina.
Doença hepática sem cirrose:
-TGP ou TGO > três vezes o limite da normalidade: utilizar esquema alternativo, como rifampicina, etambutol e levofloxacino ou levofloxacino, etambutol e linezolida ou amicacina.
-TGP ou TGO < três vezes o limite da normalidade: utilizar RHZE.