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Intensiva e Emergência

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EPISÓDIO LANÇADO E DESAFIO DA SEMANA ESTÁ NO AR!
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Roteiro diagnóstico de uma das queixas mais comuns do nosso dia a dia: edema! Salva aí para quando precisar!

Aproveita e ouve lá o nosso Episódio 59 - Caso Clínico - Edema.

Posto feito pelo nosso colaborador @kauemalpighi

Referências:

📚 Trayer KP, Studdiford JS. Edema: Diagnosis and Management.  Am Fam Physician. 2013 Jul 15;88(2):102-110.  
Blankfield RP, Finkelhor RS, Alexander JJ, et al. Etiology and diagnosis of bilateral leg edema in primary care. Am J Med 1998; 105:192.
Você sabe administrar cloreto ou gluconato de cálcio no contexto de uma emergência hipercalêmica? Segue esse pequeno vídeo a respeito do tema! 

🌎Referências: 

👉Taal, Maarten W., et al. Brenner and Rector's The Kidney E-Book. Elsevier Health Sciences, 2019. 

👉https://www.uptodate.com/contents/treatment-and-prevention-of-hyperkalemia-in-adults?search=hiperkalemia&source=search_result&selectedTitle=1~150&usage_type=default&display_rank=1

🦊Ilustração: https://www.freepik.com/
No episódio dessa semana gravamos o caso clínico em parceria com a Liga de Medicina Intensiva da Universidade Estadual do Maringá! Pedro e João discutem o caso separado pela liga sem saber o desfecho final! Ficou faltando comentar alguma coisa? Compartilha com a gente no @tadeclinicagem, instagram e twitter!
DIRETRIZ NOVA SOBRE MANEJO DE TVP/TEP
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A American Society of Hematology (ASH) lançou uma nova diretriz para manejo de TVP e TEP.
Essa situação é bem comum no hospital. Confira o restante da diretriz e discuta com seus colegas! Uma boa ferramenta para guiar decisões na prática clínica.
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REFERÊNCIAS:

1. ORTEL, Thomas L. et al. American Society of Hematology 2020 guidelines for management of venous thromboembolism: treatment of deep vein thrombosis and pulmonary embolism. Blood advances, v. 4, n. 19, p. 4693-4738, 2020.

2. KEARON, Clive et al. Comparison of low-intensity warfarin therapy with conventional-intensity warfarin therapy for long-term prevention of recurrent venous thromboembolism. New England Journal of Medicine, v. 349, n. 7, p. 631-639, 2003.
Imagine que você está está na sala de emergência, chega um paciente em choque séptico trazido pelo SAMU. Durante o transporte já foi iniciada a expansão volêmica com ringer lactato, mas a despeito da expansão o paciente se encontra com pressão de 60 x 30, sonolento, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, febre...Numa situação hipotética como essa você precisará fazer todas aquelas medidas para Sepse. Coletar culturas, exames que evidenciam disfunção orgânica, lactato, iniciar antibióticos e drogas vasoativas. 

Em situações como essa, na maioria das vezes a noradrenalina é a droga de escolha. Mas aí vem um dilema, inicio logo em acesso periférico sob risco de extravasamento com necrose de pele, até mesmo necrose de membro ou espero passar um cateter duplo lumen? 

Nesses casos é preferível iniciar a droga vasoativa em acesso periférico, pois quanto mais tempo você mantiver o paciente hipotenso, maior será a mortalidade. Esse trabalho mostra que na realidade essas complicações são m
Com a pandemia do novo coronavírus, existe uma busca incessante para a descoberta de uma medicação que seja eficaz no tratamento dessa enfermidade. O grupo Recovery, do Reino Unido publicou neste último dia 17/07 os resultados preliminares de um trabalho muito animador.
Trata-se de um estudo aberto, randomizado e controlado comparando-se o tratamento com dexametasona 6mg ao dia (oral ou venosa) com o tratamento habitual (outros cuidados, mas sem a dexametasona) em pacientes hospitalizados com a COVID-19.
A dexametasona mostrou diminuir mortalidade nos grupos que foram submetidos à ventilação mecânica e nos que necessitavam de suplementação de oxigênio. Não houve diferença em relação aos casos leves (sem necessidade de suplementação de oxigênio ou ventilação invasiva), com possível dano.
🌍 Referências:
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👉RECOVERY Collaborative Group. "Dexamethasone in Hospitalized Patients with Covid-19—Preliminary Report." New England Journal of Medicine (2020).
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🦊Ilustração: https://www.freepik.com/
E aí, pode tratar sem cirurgia??

📚 SALMINEN, Paulina et al. Five-year follow-up of antibiotic therapy for uncomplicated acute appendicitis in the APPAC randomized clinical trial. Jama, v. 320, n. 12, p. 1259-1265, 2018.  

📚 SALMINEN, Paulina et al. Antibiotic therapy vs appendectomy for treatment of uncomplicated acute appendicitis: the APPAC randomized clinical trial. Jama, v. 313, n. 23, p. 2340-2348, 2015. 

📚 PAAJANEN, Hannu et al. A prospective randomized controlled multicenter trial comparing antibiotic therapy with appendectomy in the treatment of uncomplicated acute appendicitis (APPAC trial). BMC surgery, v. 13, n. 1, p. 1-7, 2013.

📚 SIPPOLA, Suvi et al. Quality of life and patient satisfaction at 7-year follow-up of antibiotic therapy vs appendectomy for uncomplicated acute appendicitis: a secondary analysis of a randomized clinical trial. JAMA surgery, v. 155, n. 4, p. 283-289, 2020.

📚 DI SAVERIO, Salomone et al. WSES Jerusalem guidelines for diagnosis and treatment of a
Já viu algum caso de Tórax Rígido por Fentanil? Também chamado de Wooden Chest Syndrome (Sindrome do Tórax em Madeira) , é um caso remedíavel mas pode passar batido devido sua inespecificidade! Mais vistos nos extremos de idade, a fisiopatologia não está bem estabelicidade, podendo estar relacionada com a dopamina, tendo em vista sua maior frequência em doenças e medicações que se relacionam com esse neurotransmissor. Compartilha com a gente a sua experiência com essa síndrome! 
Referências
Streisand, James B., et al. "Fentanyl-induced rigidity and unconsciousness in human volunteers incidence, duration, and plasma concentrations." Anesthesiology: The Journal of the American Society of Anesthesiologists 78.4 (1993): 629-634.

Phua, Chee Kiang, et al. "Fentanyl-induced chest wall rigidity syndrome in a routine bronchoscopy." Respiratory medicine case reports 20 (2017): 205-207.

Çoruh, Başak, Mark R. Tonelli, and David R. Park. "Fentanyl-induced chest wall rigidity." Chest 143.4 (2013):
Gui Moura apresenta um caso suspeito de intoxicação para Fred, Pedro e João! Contamos com a presença do dr. Vinicius Machado do Emergências SIMM! Confere a página deles no Instagram em @emergencia.simm Ficou com alguma dúvida ou quer fazer uma crítica ou sugestão? Fala com a gente no Twitter ou Instagram em @tadeclinicagem ou através do e-mail tadeclinicagem@gmail.com

Assina nossa Newsletter semanal com os temas mais interessantes da clínica médica! O link está disponível no Instagram e no Twitter. 🌍REFERÊNCIAS 👉1. POHJOLA-SINTONEN, Sinikka et al. Identification of drugs ingested in acute poisoning: correlation of patient history with drug analyses. Therapeutic drug monitoring, v. 22, n. 6, p. 749-752, 2000. 👉2. THANACOODY, Ruben et al. Position paper update: whole bowel irrigation for gastrointestinal decontamination of overdose patients. Clinical Toxicology, v. 53, n. 1, p. 5-12, 2015. 👉3. BENSON, B. E. et al. Position paper update: gastric lavage for gastrointestinal decontamin
A hipodermóclise é o acesso por via subcutânea! Dói menos e é muito mais fácil tecnicamente do que a via intravenosa. Há muitos detalhes a serem seguidos que podem ser vistos na referência que deixamos a seguir. Por exemplo, como diluir, puncionar e quais são os cuidados pós punção. Não deixe de olhar o Manual! É importante lembrar que cada serviço têm experiências diferentes e podem haver outras opiniões. O terreno da hipodermóclise é de poucas evidências!
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📚  Referência: O uso da via subcutânea em Geriatria e Cuidados Paliativos. Um guia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e da Academia Nacional de Cuidados Paliativos. 2º Edição. 2016.
Fred, Pedro, Rapha e João selecionaram quatro tópicos polêmicos de sepse para discutir nesse episódio! Um tema relevante para todos. Ficou com alguma dúvida, quer mandar alguma sugestão ou crítica? Entra em contato com a gente através do Instagram ou Twitter @tadeclinicagem ou e-mail tadeclinicagem@gmail.com. Assina nossa Newsletter semanal com os temas mais interessantes da clínica médica! O link está disponível no Instagram e no Twitter.

REFERÊNCIAS

1. FUJII, Tomoko et al. Effect of vitamin C, hydrocortisone, and thiamine vs hydrocortisone alone on time alive and free of vasopressor support among patients with septic shock: the vitamins randomized clinical trial. Jama, v. 323, n. 5, p. 423-431, 2020

2. DE GROOTH, Harm-Jan; ELBERS, Paul WG; VINCENT, Jean-Louis. Vitamin C for Sepsis and Acute Respiratory Failure. Jama, v. 323, n. 8, p. 792-792, 2020

3. TRUWIT, Jonathon D. et al. Effect of vitamin C infusion on organ failure and biomarkers of inflammation and vascular i
Errata: slide 3: as plaquetas estao com um zero a mais. Os valores certos são 150000, 100000, etc. 
Slide 4: PAS ao invés de PAM.

Bê-a-bá dos scores de sepse. 
Referências:
Singer, Mervyn, et al. "The third international consensus definitions for sepsis and septic shock (Sepsis-3)." Jama 315.8 (2016): 801-810.

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Pancreatite no pronto-socorro - qual é a etiologia?

Referência: 
Campion, Edward W. "Chris E. Forsmark, MD, Santhi Swaroop Vege, MD, and C. Mel Wilcox, MD." N Engl J Med 375 (2016): 1972-81.
Vege, Santhi Swaroop, and S. Chari. "Etiology of acute pancreatitis." UpToDate 17 (2015). #tadeclinicagem
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icon made by Kirill Kazachek
Da pra usar d-dimero pra avaliar trombose de sítios incomuns(cerebral, esplâncnica, membro superior)? Referência: 
Ordieres-Ortega, L., et al. "Predictive value of D-dimer testing for the diagnosis of venous thrombosis in unusual locations: A systematic review." Thrombosis Research 189 (2020): 5-12.

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ERRATA:
A primeira versão do post trazia os dados de grupo intervenção e controle trocados na parte de dias no hospital.
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HEMOPTISE E ÁCIDO TRANEXÂMICO
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Tema importante pro PS! Vale lembrar que pacientes com hemoptise maciça foram excluídos do estudo. Até o momento, esse é o único ensaio clínica randomizado sobre o tema. O ácido tranexâmico foi feito na dose de 500mg/5ml via inalatoria, 3x ao dia.
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REFERÊNCIAS:

WAND, Ori et al. Inhaled tranexamic acid for hemoptysis treatment: a randomized controlled trial. Chest, v. 154, n. 6, p. 1379-1384, 2018.
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MERVAU, Jennifer; JASON, Seamon; JONES, Jeffrey S. BET 1: Does inhaled tranexamic acid reduce morbidity in adults with haemoptysis?. Emergency Medicine Journal, v. 37, n. 1, p. 45-46, 2020.
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Gosta de viajar?
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Já viajou pra lugares com grande altitude?
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Aprenda mais sobre essa complicação muito comum acima de 2500m e que pode ser fatal.
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Já passou por essa situação ou  atendeu alguém com Mal da Altitude?
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Compartilhe aqui!
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. 📚 MLA Bärtsch, Peter, and Erik R. Swenson. "Acute high-altitude illnesses." New England Journal of Medicine 368.24 (2013): 2294-2302. .
📚 Estrada, Víctor H. Nieto, et al. "Interventions for preventing high altitude illness: Part 1. Commonly‐used classes of drugs." Cochrane Database of Systematic Reviews 6 (2017). .
📚 Williamson, Jonathan, Pippa Oakeshott, and Jon Dallimore. "Altitude sickness and acetazolamide." Bmj 361 (2018): k2153. .
📚 Franco, Daniel Molano, et al. "Interventions for preventing high altitude illness: Part 3. Miscellaneous and non‐pharmacological interventions." Cochrane Database of Systematic Reviews 4 (2019). .
📚 Gallagher, Scott A, et al. High altitude illness: Physiology, risk factors, and general prevention. Uptodate. 2020
Em várias situações em Medicina devemos anticoagular os pacientes. Apesar da existência dos novos anticoagulantes, a varfarina ainda é muito usada tanto pelo custo, mas também porque em algumas situações ela é a escolha. De um modo geral o ajuste dessa medicação é feito com o INR (razão normalizada internacional). É frequente vermos pacientes com INR fora da faixa, quando abaixo do alvo é claro que devemos avaliar se é uma situação passageira ou aumentar a dose da medicação, mas quando está acima do alvo, o que fazer? Essa pergunta é respondida por 2 parâmetros principais: O próprio valor do INR e se há ou não presença de sangramento. 
Referências: 
Witt, Daniel M., et al. "American Society of Hematology 2018 guidelines for management of venous thromboembolism: optimal management of anticoagulation therapy." Blood advances 2.22 (2018): 3257-3291. 
HOLBROOK, Anne et al. Evidence-based management of anticoagulant therapy: antithrombotic therapy and prevention of thrombosis: American Coll
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