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Medicina Hospitalar

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João e Pedro trazem no bolus dessa semana, uma revisão rápida sobre Síndrome de Realimentação: como é feito o diagnóstico, em quem pensar, quais os cuidados e como tratar!

REFERÊNCIAS 

REFERÊNCIAS
1. DA SILVA, Joshua SV et al. ASPEN consensus recommendations for refeeding syndrome. Nutrition in Clinical Practice, v. 35, n. 2, p. 178-195, 2020.
2. SCHNITKER, MAURICE A.; MATTMAN, PAUL E.; BLISS, THEODORE L. A clinical study of malnutrition in Japanese prisoners of war. Annals of internal medicine, v. 35, n. 1, p. 69-96, 1951.
3. AHMED, Sameh; TRAVIS, Jane; MEHANNA, Hisham. Re-feeding syndrome in head and neck–Prevention and management. Oral oncology, v. 47, n. 9, p. 792-796, 2011.
4. KHAN, Laeeq UR et al. Refeeding syndrome: a literature review. Gastroenterology research and practice, v. 2011, 2010.
5. GARBER, Andrea K. et al. Short-term outcomes of the study of refeeding to optimize inpatient gains for patients with anorexia nervosa: a multicenter randomized clinical trial. JAMA pedia
Já ouviu falar de vampirismo médico? Peça os exames com indicação precisa!
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Referências:
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚https://www.choosingwisely.org/clinician-lists/sabm-blood-testing/ 
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚https://www.choosingwisely.org/clinician-lists/society-hospital-medicine-adult-repetitive-cbc-chemistry-testing/ 
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚 KOCH, Colleen G. et al. Hospital‐acquired anemia: prevalence, outcomes, and healthcare implications. Journal of hospital medicine, v. 8, n. 9, p. 506-512, 2013.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚 SMOLLER, Bruce R.; KRUSKALL, Margot S. Phlebotomy for diagnostic laboratory tests in adults. New England Journal of Medicine, v. 314, n. 19, p. 1233-1235, 1986.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚 THAVENDIRANATHAN, Paaladinesh et al. Do blood tests cause anemia in hospitalized patients?. Journal of general internal medicine, v. 20, n. 6, p. 520-524, 2005.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
📚 SALISBURY, Adam C. et al. Diagnostic blood loss from phlebotomy and hospital-acquired anemia during acute myocardial infarction. Archives of internal medicine, v. 171,
CONHECIA ESSA?
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Síndrome de Realimentação é uma complicação relevante que deve sempre ser lembrada! É importante ficar atento aos eletrólitos!
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Post elaborado pela nossa colaboradora @marcela.belleza 
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REFERÊNCIAS

📚 da Silva JSV, et al. ASPEN Consensus Recommendations for Refeeding Syndrome. Nutrition in Clinical Practice 35(2) 2020.  https://doi.org/10.1002/ncp.10474

📚Mehler P, Yager J, Solomon D. Anorexia nervosa in adults and adolescents: The refeeding syndrome. UpToDate. Acesso em Ago/2021
E ai, já sabia destas recomendações da Sociedade Brasileira de Infectologia? Cometa com a gente o que achou delas!

A Choosing Wisely promove debates sobre condutas médicas para que as ações sejam embasadas em evidências e não causem mal ao paciente. Essas recomendações vieram da seguinte pergunta feita:

"Quais são os 10 testes diagnósticos mais desnecessários na Infectologia?" 

Referência:

📚 Pasqualotto, AC, et al. Top 10 evidence-based recommendations from the Brazilian Society of Infectious Diseases for the Choosing Wisely Project. Braz J Infect Dis. 2019. https://doi.org/10.1016/j.bjid.2019.08.004
O uso de glicocorticoides sempre dá o que falar... 

Considerando o atual contexto da COVID-19, em que muitos pacientes são submetidos a tratamentos com altas doses de glicocorticoides, vamos relembrar alguns detalhes sobre desmame dessas medicações!
É importante ressaltar existem poucas evidências para apoiar qualquer regime específico de redução gradual dos glicocorticóides e, portanto, os esquemas são variáveis entre as instituições e profissionais, baseados principalmente na experiência prática. 
Também é interessante ressaltar a importância de orientar os seus pacientes sobre a importância do reconhecimento dos sinais e sintomas de insuficiência adrenal, dado a sua elevada morbidade e mortalidade:  náusêas, vômitos, dor abdominal, hipotensão ortostática, fraqueza, anorexia, entre outros.
 
Mais um post da nossa colaboradora @raissapneiva 

📚Weser, Jk; Withdraw form GC Therapy. The New England Journal of Medicina, 1967.
📚Ferrau, F; et al. What we have to Know about corticosteroids
Nem sempre exames como a dosagem de ceruloplasmina ou cobre urinário estão amplamente disponíveis, será que podemos suspeitar de doença de Wilson com outros exames laboratoriais?

Post feito pelo colaborador @victordelia

Referência
Uptodate. Wilson Disease: Clinical manifestations, diagnosis, and natural history. Michael L Schilsky, Elizabeth B Rand, May 2021.

Screening for Wilson disease in acute liver failure: a comparison of currently available diagnostic tests. Korman JD, Volenberg I, Balko J, Webster J, Schiodt FV, Squires RH Jr, Fontana RJ, Lee WM, Schilsky ML, Pediatric and Adult Acute Liver Failure Study Groups .Hepatology. 2008;48(4):1167.
🔴 Como fazer rotação dos opioides?
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🔴 Dúvida frequente na prática diária!
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🔴 Salve esse post pra quando precisar!
E compartilhe com aquele seu amigo que curte o assunto 😉

Post elaborado pela nossa colaboradora @marcela.belleza 

Referências:

📚 Arnold R, Weissman DE. Calculating Opioid Dose Conversions #36. Journal of Palliative Medicine, 2004; 6(4), pp. 619–620 

📚  Caraceni A, et al. Use of opioid analgesics in the treatment of cancer pain: evidence-based recommendations from the EAPC. Lancet Oncol 2012; 13: e58–68 Vol 13 February 2012

📚  Gazelle G, Fine PG. Methadone for Pain #75. Journal of Palliative Medicine 2004; 7(2), pp 303-304

📚 Knotkova H, et al. Opioid Rotation: The Science and the Limitations of the Equianalgesic Dose Table. J Pain Symptom Manage 2009;38:426e439

📚  Mercadante S, Caraceni A. Conversion ratios for opioid switching in the treatment of cancer pain: a systematic review. Palliative Medicine 2011; 25(5) 504–515
Situação corriqueira na vida do hospitalista! Infelizmente esse tema carece de uma grande diretriz que consiga dar mais uniformidade às condutas. Contudo, podemos nos guiar por algumas evidências existentes e ter algum direcionamento. Salve aí para uma consulta rápida nos plantões!

Referências:

📚 Peixoto, Aldo J. "Acute Severe Hypertension." New England Journal of Medicine 381.19 (2019): 1843-1852.

📚 Breu AC, Axon RN, Acute Treatment of Hypertensive Urgency. J. Hosp. Med 2018;12;860-862. Published online first October 31, 2018. doi:10.12788/jhm.3086

📚 Grassi, Daniel, et al. "Hypertensive urgencies in the emergency department: evaluating blood pressure response to rest and to antihypertensive drugs with different profiles." The Journal of Clinical Hypertension 10.9 (2008): 662-667.

📚 Anderson, Timothy S., et al. "Clinical outcomes after intensifying antihypertensive medication regimens among older adults at hospital discharge." JAMA Internal Medicine 179.11 (2019): 1528-1536.

📚 An
Pedro e João entram na sala de emergência e com a companhia da Jule Santos, emergencista e criadora do Emergencia Rules (@emergenciarules), que tem página no instagram, site, podcast e twitter cheio de informação! Nesse episódio falamos sobre uma das situações mais estressantes na sala, que é quando não conseguimos intubar. Quando parar de tentar laringoscopar? Como resgatar a oxigenação do paciente de maneira efetiva? Quais materiais você precisa ter a sua disposição pra driblar essa situação? Tudo isso nesse episódio!

Referências em breve

Minutagem

(0:25) Curso do TdC!

(1:55) Apresentação da convidada Dra. Jule Santos

(4:36) Caso clínico de introdução

(9:00) Conceito de tempo de apneia segura

(11:45) Sobre AMBU

(13:15) Planejamento antes da intubação

(18:05) Ventilação com AMBU

(27:00) Máscara laringea que não está funcionando

(30:08) Dicas para intubação

(37:45) Dicas para quem auxilia quem intuba

(40:48) Posicionamento

(42:15) Via aérea falha

(46:40) Ninguém consegue
Já ouviu nosso caso clínico de hipoxemia? Utilizamos o algoritmo excelente do NEJM que está na referência abaixo!

Faltou algo? Comenta com a gente! 

#medicinainterna
#medicinadeemergencia
#podcastmedicina #hipoxemia #pneumologia
#casoclinico
#raciocinioclinico
#metodoclinico

Referências

MARINACCI, Lucas X. et al. Case 38-2020: A 52-Year-Old Man with Cancer and Acute Hypoxemia. New England Journal of Medicine, v. 383, n. 24, p. 2372-2383, 2020.
Caso clínico de uma síndrome comum! Qual a sua abordagem para um paciente com hipoxemia? Pedro apresenta esse caso para Iago e João que trazem uma abordagem prática!
Caso clínico de uma síndrome comum! Qual a sua abordagem para um paciente com hipoxemia? Pedro apresenta esse caso para Iago e João que trazem uma abordagem prática!
EPISÓDIO LANÇADO E DESAFIO DA SEMANA ESTÁ NO AR!
Podem responder por aqui ou nosso inbox!
Deixe seu feedback! O que achou do episódio?
Roteiro diagnóstico de uma das queixas mais comuns do nosso dia a dia: edema! Salva aí para quando precisar!

Aproveita e ouve lá o nosso Episódio 59 - Caso Clínico - Edema.

Posto feito pelo nosso colaborador @kauemalpighi

Referências:

📚 Trayer KP, Studdiford JS. Edema: Diagnosis and Management.  Am Fam Physician. 2013 Jul 15;88(2):102-110.  
Blankfield RP, Finkelhor RS, Alexander JJ, et al. Etiology and diagnosis of bilateral leg edema in primary care. Am J Med 1998; 105:192.
Gostou do formato? 
Qual assunto você quer ver por aqui? Comente aqui embaixo!

Referências

Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes-2019-2020. 

Controle da glicemia no paciente hospitalizado: Posicionamento Oficial da SBD nº 03/2015
Você sabe administrar cloreto ou gluconato de cálcio no contexto de uma emergência hipercalêmica? Segue esse pequeno vídeo a respeito do tema! 

🌎Referências: 

👉Taal, Maarten W., et al. Brenner and Rector's The Kidney E-Book. Elsevier Health Sciences, 2019. 

👉https://www.uptodate.com/contents/treatment-and-prevention-of-hyperkalemia-in-adults?search=hiperkalemia&source=search_result&selectedTitle=1~150&usage_type=default&display_rank=1

🦊Ilustração: https://www.freepik.com/
Não esqueça: a mão que prescreve o opioide é a mesma mão que prescreve o laxante!
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📚 Saha, Srishti, Piyush Nathani, and Arjun Gupta. "Preventing Opioid-Induced Constipation: A Teachable Moment." JAMA Internal Medicine (2020).
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📚 Portenoy, Russell et al. Prevention and management of side effects in patientsreceiving opioids for chronic pain. Uptodate.com acesso em 18/10/2020
Imagine que você está está na sala de emergência, chega um paciente em choque séptico trazido pelo SAMU. Durante o transporte já foi iniciada a expansão volêmica com ringer lactato, mas a despeito da expansão o paciente se encontra com pressão de 60 x 30, sonolento, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, febre...Numa situação hipotética como essa você precisará fazer todas aquelas medidas para Sepse. Coletar culturas, exames que evidenciam disfunção orgânica, lactato, iniciar antibióticos e drogas vasoativas. 

Em situações como essa, na maioria das vezes a noradrenalina é a droga de escolha. Mas aí vem um dilema, inicio logo em acesso periférico sob risco de extravasamento com necrose de pele, até mesmo necrose de membro ou espero passar um cateter duplo lumen? 

Nesses casos é preferível iniciar a droga vasoativa em acesso periférico, pois quanto mais tempo você mantiver o paciente hipotenso, maior será a mortalidade. Esse trabalho mostra que na realidade essas complicações são m
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