Parada Cardiorrespiratória: O que há de Diferente nas Diretrizes de 2025

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Hospital, Emergência e Intensiva · 0:16:29

Parada Cardiorrespiratória: O que há de Diferente nas Diretrizes de 2025

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A aula revisa as diferenças entre as diretrizes americana e europeia de 2025 para parada cardiorrespiratória, com foco em desfibrilação, compressões de qualidade e identificação de causas tratáveis. Também aborda o uso do POCUS, via aérea avançada, trombólise no TEP suspeito e momento de administrar adrenalina.

Capítulos

  • 00:00:00 - Objetivos e prioridades na PCR
  • 00:01:27 - Desfibrilação e fibrilação ventricular refratária
  • 00:06:19 - Compressões torácicas de alta qualidade
  • 00:08:30 - POCUS e causas tratáveis da PCR
  • 00:12:45 - Trombólise no TEP suspeito
  • 00:13:26 - Via aérea avançada durante a PCR
  • 00:14:50 - Momento da adrenalina nos ritmos chocáveis

Transcrição

  1. 00:00:00 Nosso objetivo hoje é falar de parada cardiorrespiratória. A gente está começando o nosso quadro de medicina hospitalar e emergência, então toda tarde vai ser mais focado para esse cenário. A gente dividiu o ambulatório de manhã, hospital à tarde. E a gente vai começar falando de PCR, parada cardíaca, tentando trazer o que teve de diferente nas últimas diretrizes. E quando eu coloco no plural, é principalmente porque tem duas, e eu estou enfatizando isso, porque geralmente é ignorada um pouco a segunda, que a gente tem o ACLS, o americano, que dita os cursos que a gente faz de ACLS, de dois dias de duração e tudo mais, mas a gente também tem o consenso europeu de parada cardiorrespiratória, que vocês vão perceber durante a aula que
  2. 00:00:44 muitas coisas que eu vou referenciar, não estavam no americano, mas estavam no europeu. Então é um documento muito interessante também, principalmente para quem já está acostumado com parada cardíaca, já fez o curso de ACLS, às vezes mais de uma vez, você tem um conhecimento um pouco a mais que é presente no europeu. O objetivo da aula é esses três pontos iniciais: desfibrilar um ritmo chocável, iniciar manobras de compressão cardíaca de alta qualidade, identificar etiologia de PCR, são as três coisas que têm a maior taxa de evidência de melhor desfecho na parada cardíaca. Então são as coisas que nós, como líderes de uma parada, mais temos que ficar atentos e vão ser as coisas que eu mais vou dar destaque de mudanças que tiveram na diretriz nos últimos anos.
  3. 00:01:27 Mas também vamos falar um pouquinho de via aérea e um slide final sobre medicação durante a PCR. Então, começando com desfibrilação, aqueles conceitos rápidos, já batido, mas só para a gente dar um panorama aqui, é a prioridade quando a gente está diante de uma FV ou uma TV sem pulso. Se a carga demorar, lembrando que a gente tem que continuar fazendo compressões enquanto está carregando, então enquanto eu conseguir fazer compressões de alta qualidade, melhor. Então se a carga demorar muito, esse tempo perdido não vale a pena e a carga vai ser a recomendação do fabricante ou a carga máxima, que na prática, a maior parte das pessoas vai fazer a carga máxima e ponto final.
  4. 00:02:08 E lembrar que a gente não deve checar o pulso após a desfibrilação. Isso acontece porque mesmo os pacientes que voltam ao ritmo sinusal, existe um tempo onde o coração não consegue bombear com efetividade o sangue para frente. Então mesmo o coração que saiu da FV, eu tenho um tempo de delay para que o coração consiga bombear o sangue com efetividade para o cérebro e para as coronárias. E esse tempo de delay, o que vai ajudar é a gente voltar às compressões imediatamente. Então esses 70 segundos de delay, onde mesmo o coração que volta, eu ainda não tenho um volume efetivo, é importante e justifica a gente, depois de uma desfibrilação, voltar às compressões imediatamente.
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Com Aline Campos, Amyr Chacar, Ana Carolina Malvaccini, Caio Bastos, Flávio Augusto Barbieri, Frederico Amorim Marcelino, Joanne Alves Moreira, Jonatas Lourival Zanoveli Cunha, João Urbano, João Mendes Vasconcelos, Kaue Dias Malpighi, Lucca Cirillo, Marcela Belleza, Matheus Ribeiro, Nordman Wall, Pedro Rafael Del Santo Magno, Raphael Coelho, Ênio Simas Macedo Conhecer o curso

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