Respiratório · 0:09:52
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Alcalose Respiratória
A aula ensina a identificar a alcalose respiratória na gasometria e avaliar a compensação aguda ou crônica pelo bicarbonato. Aborda causas com e sem hipoxemia, como diferenciar ansiedade, pneumonia e tromboembolismo pulmonar, e explica a parestesia associada à alcalemia.
Capítulos
- 00:00:00 - Caso clínico e identificação da alcalose respiratória
- 00:01:30 - Compensação aguda e crônica
- 00:03:39 - Causas e avaliação da hipoxemia
- 00:05:50 - Gasometrias: ansiedade, pneumonia e TEP
- 00:08:04 - Pistas diagnósticas da gasometria
- 00:08:47 - Parestesia e cálcio ionizado
Transcrição
- 00:00:01 Continuando os nossos distúrbios respiratórios. Agora vamos começar a falar de alcalose já falamos de acidose metabólica. A alcalose respiratória agora aula 12 falamos de alcalose respiratória, começando com casinho clínico, o paciente mulher de 34 anos de idade, e relata de dispneia súbita, hoje fez implante de mama sete dias. Não gostou do resultado. Desde então apresenta crises de choro só que a dispneia começou hoje sinais vitais dentro da normalidade, exceto uma frequência respiratória de 30 e aí ela aparece com osh gase um ph alto acima de 7,45 então tem uma alcalemia e quando vamos olhar se a culpa é do co. A culpa é do bicarbonato. Percebemos que o bicarbonato está na faixa da normalidade 22
- 00:00:45 a 26, então não explica agora o PCO₂ está baixo abaixo de 35 CO₂ baixo provoca menos acidose, explica a alcalose do nosso paciente, então estamos diante de uma alcalose respiratória e a ideia mesmo de agora ver se está compensado o mesmo raciocínio daquela dose respiratória, então entendendo bem o que foi dito na acidose respiratória. Aqui vai ficar muito mais fácil lembra do contexto agudo versus crônico. O que vai mudar aqui são os valores, então falamos que quando o pulmão piora de um lado, o bicarbonato piora do outro. Então aqui o pco vai descer e o bicarbonato vai descer junto para poder ajudar e o que vai mudar.
- 00:01:30 Aqui são os valores da constante para cada 10 mm do PCO₂ que desce. O bicarbonato cai dois para cada 10 mm do pco que desce. O bicarbonato cai cinco no crônico. Então no primeiro momento o bicarbonato, o rim consegue se livrar do bicarbonato até meio rápido dois pontos para cada 10, mas ele demora três dias para chegar nesses cinco pontos para cada 10 caiu, vamos ver a mesma imagem só que dessa vez sentido o contrário, o PCO₂ está descendo. O pco desceu de 40 para 30 para 20 e o bicarbonato. Agudamente cai se o pco chegar a 30 vai para 22 se o PCO₂ chegar em 20 vai para 20
- 00:02:13 e cronicamente se se esse distúrbio já está rolando por três a cinco dias. O pco, quando estiver em 30 vai estar em dezenove o pco quando estiver em 20, o bicarbonato vai estar em 14 e por assim adiante fechado, então o que muda as constantes antes era um e quatro agora é dois e cinco, então essa frase para cada 10 cai do PCO₂ se cair dois e agudo se cair. Cinco é crônico, então vamos para fazer o exercício da nossa paciente. Ela estava com o pco do de 29 então de 40 caiu para 30 se for agudo, o bicarbonato vai estar 22 se for crônico, o bicarbonato vai estar em dezanove,
Temas da aula
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Curso de Gasometria
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Com Pedro Rafael Del Santo Magno Conhecer o curso