Alcalose Metabólica e Base Excess · 0:10:49
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Base Excess
A aula explica a origem e a interpretação do base excess e do standard base excess, incluindo seus valores de referência, limitações e uso para avaliar compensações respiratórias. Também aborda sua aplicação no choque hipovolêmico e compara os métodos de Boston e Stewart.
Capítulos
- 00:00:00 - Origem e conceito do base excess
- 00:02:10 - Standard base excess e valores de referência
- 00:02:53 - Interpretação do BE positivo e negativo
- 00:05:04 - Limitações nos distúrbios respiratórios
- 00:06:30 - Compensação respiratória pelo SBE
- 00:07:58 - Base excess no choque hipovolêmico
- 00:09:27 - Método de Stewart e anion gap
Transcrição
- 00:00:01 E vamos para a nossa última aula desse nosso módulo do distúrbios mais uma aula extra só para podermos dizer que falamos sobre tudo de gasometria que aí vamos falar um pouquinho sobre base excess, trabalhamos até agora naquela nossa escola de boston. Aquela escola que é trabalhada toda em cima do bicarbonato anion gap PCO₂ esperado pelo bicarbonato e por aí vai um método mais fácil de ensinar e por ser mais fácil de aprender mais fácil de utilizarmos nosso dia a dia. Mas existe o método de copenhague que utilizo o SBE, que vamos mencionar aqui e vou deixar os últimos dois slides para falarmos sobre o método de Stewart, então que primeiro precisamos entender de onde veio o base excess no primeiro momento.
- 00:00:46 O pessoal criticava muito que o bicarbonato era influenciado pelo pulmão e aquelas fórmulas de correção que já trabalhamos ali. Na compensação ainda não era tão bem estabelecidas e falava, olha não dá para confiar no bicarbonato. Ele sofre quando o pulmão piora, o bicarbonato muda quando o pulmão fica diferente. O bicarbonato muda, então não dá para confiar puramente nisso. Aí veio o bicarbonato standard, que tentou deixar regulado para o PCO₂ de 40, então, como é que seria o bicarbonato desse paciente se o PCO₂ fosse 40 só que ainda falava não. Mas o bicarbonato não é o único jeito que o nosso corpo tampona quando o ph está muito alto. Quando o ph está muito baixo e a hemoglobina também contribui.
- 00:01:29 As proteínas também contribui a albumina. Também contribui. Então criou-se o buffer base que tentou avaliar tudo isso tentou considerar todos os sistemas tampões possíveis do nosso corpo, porém, era um sistema que ainda tinha uma variabilidade muito grande. Não conseguia ter valores confiáveis e, a partir disso, você conseguiu ver a diferença o excesso de base que um paciente tem e aí ele conseguiu chegar mais próximo. O base excess ainda foi refinado em standard base excess, que é o padrão que utilizamos hoje porque o cess leva em conta os tampões do sangue, enquanto o standard base excess através de algumas contas,
- 00:02:10 ele leva em conta o tamponamento de todo o corpo, incluindo sangue e líquido extracelular. Só que a diferença do base excess para o standard base excess é muito pequena. A princípio, a grande diferença vai ser só se o paciente tiver uma hemoglobina muito alta ou uma hemoglobina muito baixa estado de anemia muito grave. Aí sim, eu posso ter um pouco de diferença entre os dois, mas como regra geral eles são parecidos. Vamos acabar utilizando o standard na ideia de entender que o corpo inteiro tamponam os distúrbios ácido-básicos, o valor da normalidade do standard base excess. Alguns locais colocam de mais dois a menos dois se alguns locais colocam de mais três a menos três.
Temas da aula
Esta aula faz parte do
Curso de Gasometria
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Com Pedro Rafael Del Santo Magno Conhecer o curso