Casos Clínicos sobre Gasometria · 0:05:09
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Caso Clínico - Intermediário
A aula analisa a gasometria de uma paciente com DPOC e dor abdominal, identificando alcalose respiratória e discutindo como o bicarbonato basal pode alterar a interpretação da compensação. Com gasometrias seriadas, mostra a evolução para acidose metabólica associada e a importância de interpretar o exame ao longo do tempo.
Capítulos
- 00:00:00 - Apresentação do caso clínico
- 00:00:41 - Identificação da alcalose respiratória
- 00:01:25 - Compensação aguda e crônica
- 00:02:08 - Consideração do bicarbonato basal na DPOC
- 00:02:51 - Dor abdominal e hipótese de distúrbios mistos
- 00:03:36 - Lactato e evolução da acidose metabólica
- 00:04:20 - Gasometrias seriadas: exame como filme
Transcrição
- 00:00:00 Continuando aqui nos primeiros casos clínicos, dessa vez trouxemos um caso intermediário, um caso que exige um pouco mais de complexidade, mas que vale a pena porque existem alguns problemas na hora da interpretação de gasos que vocês podem enfrentar. Então o caso clínico de hoje de agora vai ser uma paciente de 72 anos de idade com diagnóstico de DPOC. O2 dependente e neoplasia de bexiga apresenta quadro de dor abdominal intensa a um dia sinais vitais normais exame físico abdominal sem qualquer alteração agora e foi coletado. O paciente com muita dor achou estranho. Vamos coletar uma gasometria e ela estava com uma gaso com ph elevadíssimo.
- 00:00:41 Ela tem uma alcalemia importante com ph de sete 68, e vamos perceber que o bicarbonato não explica então quem vai explicar o PCO2 que está baixo. Aí então estamos diante de uma alcalose respiratória. Quando fazemos alcalose respiratória, conseguimos fazer a brincadeira para saber se é agudo ou se é crônico e meio que criar um limite para o paciente para ver se ele tem alguma coisa a mais, então se formos retomar aqui o caso a nossa paciente tem uma alcalose. Um PCO2 de 18, então do 40 foi para o 30 que foi para o 20 mais ou menos arredondando. Se for agudo, o bicarbonato vai estar em torno de 20 se for crônico. O bicarbonato vai estar em torno de 14 porque no agudo cai
- 00:01:25 dois pontos a cada 10. O PCO2 e no crônico cai cinco pontos a cada 10 do PCO2. O bicarbonato na nossa paciente está em torno de mais próximo do 20. Então parece ser um bicarbonato agudo, então é uma alcalose respiratória aguda e que falamos na aula de alcalose respiratória que o ponto de diferença aqui é ver se o paciente tem hipoxemia ou não, e ela não tem po, está ok saturando super bem imaginando que ela está usando a mesma quantidade de oxigênio que ela usava em casa. Então aqui está feito o diagnóstico, mas tem um porém, e se o bicarbonato dela porém for basal for mais alto ela tem DPOC.
- 00:02:08 Ela pode ter uma acidose respiratória durante os últimos anos, e o bicarbonato foi subindo nos últimos anos e deixou como bicarbonato basal ao invés de 24 32, e aí, talvez chegamos em outros valores. Por exemplo, se entender que o bicarbonato basal dela é 32 e o PCO2 caiu, 10 aqui vai cair dois. Aqui vai cair cinco a mesma sequência e em torno de 20 eu esperaria um bicarbonato agudo de 28 ou esperaria, um bicar crônico de 22 só que a história dela é de um dia só de dor que é o que explica a alcalose respiratória dela sem hipoxemia. Essa dor dela é importante como é pouco tempo
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Com Pedro Rafael Del Santo Magno Conhecer o curso