Edição #174
Diretriz de Suporte Respiratório Não Invasivo
Suporte respiratório não invasivo inclui ventilação não invasiva (VNI) e cateter nasal de alto fluxo (CNAF). Essas intervenções são capazes de evitar intubação orotraqueal e reduzir a utilização de UTI. Novos estudos sobre esses dispositivos foram publicados, como o RENOVATE e o SOHO, e a American Thoracic Society lançou em junho de 2026 uma nova diretriz sobre o tema [1-3]. Esse tópico aborda a publicação e as novas evidências.
Esses temas já foram abordados em "Uso de Cateter Nasal de Alto Fluxo (CNAF) na Insuficiência Respiratória Aguda", "Ventilação Não Invasiva (VNI)", "Pré-oxigenação e Oxigenação Apneica na Intubação", "Atualização sobre Pré-Oxigenação: o Estudo PREOXI" e "Dispneia no Pronto-Socorro".
Definições e aplicações
O suporte respiratório pode ser feito de maneira invasiva, com tubo traqueal, ou não invasiva. Entre as modalidades e dispositivos que ofertam suporte não invasivo estão:
- Oxigenoterapia padrão (convencional): inclui cateter (cânula) nasal de oxigênio, máscara de Venturi e máscara não reinalante com reservatório. Fornecem oxigênio suplementar sem pressão positiva ou suporte ventilatório.
- Ventilação não invasiva (VNI): aplicação de pressão positiva na via aérea por interfaces com vedação, como máscara oronasal, facial total, nasal ou capacete/elmo. A pressão pode ser fornecida de duas maneiras:
- CPAP (de continuous positive airway pressure): um mesmo nível contínuo de pressão positiva durante inspiração e expiração
- BIPAP (de bilevel positive airway pressure): dois níveis de pressão tituláveis separadamente, uma pressão inspiratória (IPAP) e uma pressão expiratória (EPAP, equivalente à PEEP).
- Cateter nasal de alto fluxo (CNAF): administração de uma mistura de oxigênio e ar aquecido e umidificado em altos fluxos, mais comumente por uma cânula nasal. O sistema é composto por misturador de ar-oxigênio, fluxômetro, umidificador aquecido e cânulas nasais de grande calibre. Pode ser simétrico, em que ambas as hastes nasais têm o mesmo calibre, ou assimétrico, em que as hastes têm calibres diferentes, com uma unilateralmente maior. Diferentemente da oxigenoterapia convencional, que apenas modifica a composição do ar inspirado sem ofertar pressão, o CNAF confere um baixo grau de pressão positiva nas vias aéreas.
O principal benefício desses métodos é reduzir a necessidade de ventilação invasiva na insuficiência respiratória aguda (IRpA) e reduzir complicações no período peri-intubação, seja na intubação ou extubação.
Novas evidências foram publicadas após as diretrizes mais recentes sobre o tema, o que motivou a publicação da diretriz atual [4-6]. O documento aborda o uso na IRpA hipoxêmica, IRpA hipercápnica, como pré-oxigenação para intubação e como suporte pós-extubação. Esses quatro tópicos são expostos a seguir (figura 1).
Insuficiência respiratória aguda hipoxêmica
A IRpA hipoxêmica (ou tipo 1) pode ser definida pela instalação aguda de PaO₂ < 60 mmHg ou SpO₂ < 90% em ar ambiente ou pela necessidade de oxigênio suplementar para manter PaO₂ ≥ 60 mmHg ou SpO₂ ≥ 90% (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37085046/). A PaCO₂ costuma estar normal ou reduzida. PaCO₂ > 45 mmHg associada a pH ≤ 7,35 caracteriza insuficiência respiratória hipercápnica ou mista.
O documento faz recomendações sobre a IRpA hipoxêmica “de novo”, o que costuma excluir o edema pulmonar cardiogênico, as exacerbações hipercápnicas de doenças pulmonares crônicas e a IRpA no pós-operatório. No edema pulmonar cardiogênico, o suporte respiratório não invasivo mais estabelecido é a VNI, seja em CPAP ou BIPAP (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28860265/). O CNAF também pode ser utilizado, habitualmente naqueles que não toleram VNI. As exacerbações hipercápnicas de doenças pulmonares crônicas são abordadas abaixo em ‘Insuficiência respiratória aguda hipercápnica'. A etiologia da maioria das IRpA hipoxêmica “de novo” é pneumonia, seja bacteriana, viral ou fúngica.
A diretriz faz os seguintes posicionamentos sobre IRpA hipoxêmica “de novo”:
- Recomenda-se CNAF em vez da oxigenoterapia convencional (recomendação forte, certeza moderada).
- Sugere-se a VNI, seja CPAP ou BIPAP, via máscara facial ou capacete/elmo, em vez de oxigenoterapia convencional (recomendação condicional, certeza baixa).
A revisão de evidências feita pelos autores encontrou que o CNAF pode reduzir a mortalidade em comparação com a oxigenoterapia padrão, mas com baixa certeza. O efeito da VNI nesse desfecho foi incerto, com uma tendência de melhor desempenho do elmo/capacete em relação às máscaras faciais. O benefício de ambos é mais claro em relação à prevenção de intubação, com CNAF e VNI com elmo/capacete provavelmente reduzindo a necessidade de intubação com moderada certeza. A VNI com máscara facial pode reduzir esse desfecho, mas com certeza baixa.
O documento enfatiza a tolerabilidade e praticidade do CNAF. Ele permite que o paciente fale, coma e elimine secreções enquanto o suporte é aplicado. Essas vantagens e a consistência do efeito nos estudos explicam a recomendação forte para utilizar o CNAF como suporte respiratório de primeira linha na IRpA hipoxêmica “de novo”.
A comparação entre os efeitos da CNAF e da VNI na IRpA hipoxêmica “de novo” ainda não está totalmente definida. Existem comparações diretas, mas a evidência permanece heterogênea e boa parte dos estudos avaliou CNAF ou VNI contra a oxigenoterapia convencional (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37007904/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37648252/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36836213/). Novos ensaios ainda são necessários para definir a melhor estratégia em diferentes perfis. Parte da heterogeneidade das evidências pode ser explicada pela influência da experiência da equipe, capacidade institucional e tolerância à interface. Quanto às interfaces, um pequeno ensaio unicêntrico interrompido precocemente encontrou grande redução de intubação com VNI por capacete/elmo em comparação com máscara facial (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27179847/). Estudos multicêntricos posteriores, realizados predominantemente em pacientes com COVID-19 e com comparadores distintos, produziram resultados menos consistentes (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33764378/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37310174/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36125473/).
Os estudos RENOVATE e SOHO
RENOVATE e SOHO foram estudos sobre o tema publicados após o encerramento da etapa de análise de evidências da diretriz. Ambos abordam o uso de suporte respiratório não invasivo no contexto de IRpA, mas os autores consideraram que os resultados teriam pouca chance de mudar as recomendações emitidas.
- O RENOVATE foi um ensaio clínico randomizado realizado no Brasil que testou a não inferioridade do CNAF em relação à VNI no desfecho de intubação ou morte em 7 dias (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39657981/). Foram randomizados 1.766 pacientes para um dos dois tipos de suporte. Os pacientes pertenciam a um dos cinco grupos a seguir: imunocompetentes com hipoxemia, imunossuprimidos com hipoxemia, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) com acidose respiratória, edema pulmonar cardiogênico e Covid-19 com hipoxemia. O grupo de imunossuprimidos foi interrompido por futilidade. Dentro do desenho do estudo, o critério de não inferioridade foi atingido para os outros quatro grupos. Contudo, o protocolo permitia escalar a terapia de CNAF para VNI nos grupos DPOC e edema pulmonar cardiogênico, o que ocorreu em 23% dos pacientes do grupo DPOC randomizados inicialmente para CNAF. Além disso, o grupo DPOC contou com somente 77 pacientes e o grupo edema pulmonar cardiogênico com 272.
- O SOHO foi um ensaio clínico randomizado que comparou CNAF contra oxigenoterapia padrão em relação ao desfecho de morte em 28 dias (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41841715/). Todos tinham relação PaO₂/FiO₂ < 200 e uma nova opacidade pulmonar, sendo pneumonia o diagnóstico mais comum (88%). Pacientes com hipercapnia, DPOC ou edema pulmonar cardiogênico foram excluídos. Não houve diferença no desfecho primário, que ocorreu em 14,6% dos pacientes nos dois grupos. O desfecho secundário de intubação em 28 dias ocorreu em 42,4% no grupo CNAF e 48,4% no grupo de oxigenoterapia padrão, com diferença estatisticamente significativa (−5,93 pontos percentuais, IC 95%, −11,78 a −0,08).
Uma leitura possível dessas publicações é que elas reforçam o papel do CNAF na IRpA hipoxêmica, especialmente pelo efeito em redução de intubações. Apesar de o RENOVATE ter incluído pacientes com DPOC e edema pulmonar cardiogênico, o pequeno número de pacientes e características do protocolo limitam a influência dos resultados. A VNI ainda é a terapia mais estabelecida nesses grupos. Veja abaixo em ‘Insuficiência respiratória aguda hipercápnica’.
Insuficiência respiratória aguda hipercápnica
IRpA hipercápnica (ou tipo 2) é definida por PaCO₂ ≥ 45 mmHg acompanhada de pH < 7,35 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38432694/). A causa mais comum de IRpA hipercápnica é a exacerbação de DPOC (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37710243/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36210347/). Outras causas incluem asma, hipoventilação relacionada à obesidade, hipoventilação induzida por fármacos e distúrbios neuromusculares.
Muitos pacientes com IRpA hipercápnica apresentam uma descompensação de uma insuficiência respiratória crônica. O que distingue uma agudização de um quadro crônico compensado é o pH, que cai quando há um componente agudo.
A diretriz faz os seguintes posicionamentos sobre IRpA hipercápnica:
- Recomenda-se VNI em BIPAP por máscara facial em vez de oxigenoterapia convencional (recomendação forte, certeza moderada).
- Sugere-se que o CNAF pode ser utilizado como alternativa à VNI em BIPAP em pacientes selecionados, com hipercapnia menos grave e acidemia leve (pH > 7,25), desde que haja monitorização e possibilidade de progressão imediata para VNI (recomendação condicional, certeza baixa).
A VNI é a terapia padrão para exacerbações de DPOC com acidose, com redução de intubação e mortalidade (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28702957/). O CNAF pode ser considerado quando a VNI não é tolerada ou é difícil de implementar. Aproximadamente um terço dos pacientes inicialmente tratados com CNAF nos estudos de IRpA hipercápnica analisados necessitou de progressão para VNI (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41630341/). Outra aplicação do CNAF nesse contexto é como suporte entre as sessões de VNI. Veja mais em "Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): GOLD 2026" e "Ventilação Não Invasiva (VNI)".
O edema pulmonar cardiogênico habitualmente resulta em hipoxemia sem um componente de hipercapnia significativo e tem benefício específico da VNI tanto em CPAP como em BIPAP (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41043940/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30950507/). Os pacientes com edema pulmonar cardiogênico podem se apresentar com hipercapnia, especialmente em casos graves e mesmo sem DPOC associada, situação em que pode-se preferir o BIPAP (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28834643/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26059206/).
A evidência comparativa entre diferentes interfaces de VNI na IRpA hipercápnica é menor do que na IRpA hipoxêmica (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40697918/). A recomendação da diretriz para VNI em BIPAP é direcionada especificamente para a interface de máscara facial.
Pré-oxigenação para intubação
A intubação orotraqueal é um procedimento com alto risco de complicações, incluindo hipoxemia, parada cardiorrespiratória e morte (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40247381/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33755076/). Pré-oxigenação é uma etapa antes da administração das drogas de intubação que visa aumentar a reserva de oxigênio e minimizar o risco de hipoxemia, prolongando o período em que o paciente permanece apneico sem dessaturar (tempo de apneia segura).
Na IRpA, o comprometimento da troca gasosa torna a pré-oxigenação mais difícil e muitas vezes a oxigenoterapia padrão (máscara facial de oxigênio) é insuficiente. Veja mais em "Pré-oxigenação e Oxigenação Apneica na Intubação" e "Atualização sobre Pré-Oxigenação: o Estudo PREOXI".
No contexto de intubação por IRpA, a diretriz faz os seguintes posicionamentos:
- Recomenda CNAF ou VNI em BIPAP por máscara facial em vez de oxigenoterapia padrão (recomendação forte, certeza moderada).
- Não faz recomendação a favor ou contra CNAF em comparação à VNI com BIPAP.
A evidência comparativa direta entre VNI e CNAF para essa finalidade permanece limitada. Na metanálise em rede utilizada pela diretriz, a VNI provavelmente reduziu hipoxemia peri-intubação em comparação com o CNAF (RR 0,73; IC de 95% 0,55 a 0,98; certeza moderada) (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40127663/). Essa estimativa baseou-se predominantemente em comparações indiretas. O estudo FLORALI-2 comparou diretamente esses métodos e não houve diferença na população geral, mas foi observado sinal favorável à VNI entre os pacientes com PaO₂/FiO₂ ≤ 200 mmHg (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30898520/). Também não foi demonstrado benefício em mortalidade ou sucesso da intubação na primeira tentativa. Na prática, a escolha deve considerar a gravidade da hipoxemia, o dispositivo já em uso e o risco de que a troca de dispositivo atrase excessivamente uma intubação já indicada.
VNI e CNAF não são excludentes nessa aplicação (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27730283/). Ambos podem ser usados de maneira combinada ou sequencial, em que a VNI é administrada antes da laringoscopia e o CNAF é mantido durante todo o procedimento (técnica de oxigenação apneica). Mais estudos são necessários para determinar se essa estratégia resulta em benefício clínico.
A recomendação da diretriz é voltada especificamente para intubação no contexto de IRpA. Pode não haver tempo hábil para uma pré-oxigenação ótima em condições de instabilidade clínica extrema. Esses pacientes são habitualmente excluídos dos estudos (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41156175/). Além disso, os trabalhos que avaliaram esses métodos em geral incluíram pacientes intubados por IRpA. Não se sabe se o mesmo benefício seria encontrado para outras indicações de intubação. Essa questão é relevante porque recomendar amplamente esses métodos para todas as intubações implicaria em um impacto relevante em recursos financeiros e humanos. Análises de custo-efetividade e a identificação de subgrupos com maior benefício podem guiar a melhor implementação dessas intervenções.
Suporte respiratório pós-extubação
Mesmo com uma avaliação criteriosa e estratégias para estimar a probabilidade de falha após extubação, 10 a 20% dos pacientes que são extubados necessitam de uma nova intubação (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30629933/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31577036/). Isso está associado a piores desfechos, incluindo mortalidade (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37777790/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38772683/). O suporte respiratório não invasivo pode tornar a extubação mais segura ao reduzir a necessidade de uma nova intubação (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41274313/). Veja mais em "Desmame de Ventilação Mecânica e Testes de Respiração Espontânea".
Nesse contexto, a diretriz faz os seguintes posicionamentos:
- Sugere-se CNAF ou VNI em BIPAP por máscara facial em vez de oxigenoterapia padrão (recomendação condicional, certeza moderada).
- Em pacientes de alto risco para falha na extubação (tabela 1), sugere-se VNI em BIPAP por máscara facial em vez de oxigenoterapia convencional ou CNAF (recomendação condicional, certeza moderada).
Além dos pacientes da tabela 1, o benefício da VNI parece mais relevante nos pacientes com doença respiratória crônica e hipercapnia persistente ao final do teste de respiração espontânea ou imediatamente antes da extubação (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19682735/, https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31577036/).
Os autores fazem a observação de que pacientes de baixo risco podem ser extubados para oxigênio de baixo fluxo ou até ar ambiente. Pacientes de baixo risco em geral são aqueles que mantêm boa oxigenação, extubados no pós-operatório de cirurgia que não envolve o tórax ou abdome, sem doença respiratória ou cardíaca prévia, com curta duração de ventilação mecânica invasiva, bom reflexo de tosse e secreções mínimas.
O benefício do suporte não invasivo após a extubação foi demonstrado principalmente quando ele é iniciado de maneira profilática, imediatamente após a retirada do tubo. Quando já existe insuficiência respiratória pós-extubação estabelecida, as evidências não demonstram redução consistente da reintubação com CNAF ou VNI. Esses métodos não devem ser utilizados para postergar a reintubação quando o paciente já apresenta critérios para falha na extubação. Pacientes selecionados com DPOC ou insuficiência respiratória hipercápnica podem constituir uma exceção e se beneficiar de suporte como resgate (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34825f256/).
A VNI tem a vantagem logística de poder ser ofertada muitas vezes pelo próprio ventilador que estava sendo utilizado para ventilação invasiva. Por outro lado, o CNAF pode ser uma opção em pacientes de baixo risco quando há dificuldade do paciente com a interface da VNI, pois alguns estudos encontraram menor desconforto com o CNAF. Faltam evidências para esclarecer o possível benefício de uma estratégia de associação dos métodos (CNAF entre sessões de VNI, por exemplo).
Questões de implementação e custos também se aplicam nesse cenário e estudos de custo-efetividade são necessários.