As fraturas atípicas do fêmur são complicações raras do uso prolongado de bisfosfonatos ou denosumab. Essas são fraturas subtrocantéricas ou diafisárias com achados radiográficos atípicos, como baixa fragmentação, traço transverso e espessamento cortical associado. Elas ocorrem com trauma mínimo ou ausente.
Os critérios para a definição de caso de fratura atípica do fêmur são definidos pela American Society for Bone and Mineral Research de 2013.