A CGM funciona por um sensor inserido sob a pele, que mede continuamente a glicose intersticial. Esse sensor envia os dados para um leitor, smartphone ou outro dispositivo compatível, permitindo que o paciente visualize os níveis de glicose em tempo real e acompanhe tendências (elevação ou queda).
Existem dois tipos principais de CGM: CGM em tempo real - envia dados automática e continuamente para um dispositivo receptor; CGM por leitura intermitente - exige que o paciente escaneie o sensor com um leitor ou smartphone para visualizar os dados.
Em geral, os sensores podem ser usados por 7 a 14 dias. Durante o uso da CGM é formado um gráfico com as aferições de glicose intersticial.